terça-feira, 19 de março de 2013

A rua de baixo


O que faz uma simples peça se tornar uma obra de arte? O que faz um livro ser considerado um clássico? Qual a essência de Grande Sertão: Veredas, Crime e Castigo ou mesmo Dom Casmurro para serem considerados essenciais? Alguns defendem a identificação do “leitor” com a obra uma das vias para se tornar um clássico. Seriam os elementos mais comuns em qualquer ser humano, como o medo, a angústia, o amor, a culpa, ou o desejo, contados aqui no sertão ou na gelada Rússia do século passado, mas que se torna universal, em qualquer língua, em qualquer tradução.

É neste sentido que a nova exposição da Galeria Myralda, intitulada “Rua de Baixo”, mexeu com o nosso interior. Seria apenas um projeto simples, caso fosse apenas para contar parte da história da cidade de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, interior de MG. Mas ele vai além dessa linha, e chega a emocionar quem entende a fundo a intenção dos autores/fotógrafos/responsáveis pelo projeto.

O projeto nos traz muito sobre a identificação com o local onde se habita. Como você se identifica com a sua cidade? É apenas um transeunte, que corre de um lado para o outro, sem observar como tudo aquilo surgiu? Você é mais um que passa por uma antiga fachada de prédio escondida atrás de placas publicitárias sem se incomodar? É mais um que não se reconhece com aquela casa antiga colocada abaixo sem o menor pudor, mas que fazia parte importante da história local?

Essa exposição, junto com vídeo documentário “De baixo do rio das mulheres”, um complemento essencial para entender o contexto das belas fotos, nos faz abrir mais uma porta: a de identificação com nosso habitat. Por isso é bela.

Para conhecer um pouco mais, acesse a página do projeto.

Totalmente recomendável. Não perca!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Fora do Eixo ganha Prêmio Trip Transformadores


Em agosto desse ano a Revista Trip, da editora de mesmo nome, anunciou os 14 homenageados ao Prêmio Trip Transformadores e entre eles está o Circuito Fora do Eixo, representado por Pablo Capilé, um dos gestores da rede.

O troféu já passou pelas mãos de profissionais como Fernando Meirelles, Romário, Ivaldo Betazzo, Sidarta, Marcos Palmeira, Hermano Vianna, Monja Cohen e Tia Dag sempre na missão de homenagear realizadores que de alguma forma se desafiaram a mudar a realidade do meio em que vivem, através de projetos sociais e iniciativas inovadoras.

A reunião desses protagonistas invoca em seus homenageados, convidados e observadores o sentimento de união, além de provocar a certeza de que é possível fazer mais, principalmente se estivermos juntos. Como resultado em 04 anos, a iniciativa já tem grande importância e é reconhecida no ramo editorial.

domingo, 21 de agosto de 2011

Estamos migrando!

Como já deve ter percebido, nossas atualizações diminuíram drasticamente. Mas tudo tem um porquê!
Estamos trabalhando em um novo site para você, muito mais dinâmico e informativo.

Aguarde novidades, enquanto isso acompanhe nossas redes sociais:
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Último dia do Gramophone

Assistam ao vídeo do último dia do Festival Gramophone, Bnegão, ocupação Hip Hop e muito mais... Muito bom para matar a saudade!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Espetáculo Família Trololota

Mais uma peça teatral da CIA.Teatral Arte Cínica, Família Trololota será apresentada hoje, às 20h com ingressos à R$ 3,00.

domingo, 7 de agosto de 2011

Exposição RE*Design

Foi inaugurada na última sexta-feira a exposição do artista setelagoano Adão Moreira. A exposição conta com esculturas que abraçam a causa da inclusão social através de reaproveitamento de refugos e rejeitos sólidos, como metal e madeira.

A exposição RE*Design fica até o dia 30 na Galeria Myralda, tem entrada gratuita e está localizada ao lado da Casa da Cultura, no entorno da Lagoa Paulino.

Confira algumas fotos da exposição





Fotos por Galeria Myralda

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

CMFI lança edital de vivência


Com o intuito de ampliar o quadro colaborativo de cada coletivo, estimular agentes da rede e realizar a cobertura colaborativa e o documentário dos festivais, o Centro Multimídia propôs realizar um edital de vivência para os 10 festivais do CMFI que ainda irão acontecer.

Serão dois agentes por cada rota traçada e um gestor do Centro Multimídia FEM acompanhando esse trabalho. Os inscritos passarão participarão de parte da produção do festival, ministrarão, junto com o gestor do Centro Multimídia, uma oficina de midialivrismo e ainda será responsável pela cobertura colaborativa do festival. A seleção será feita através de uma curadoria e, depois de selecionados, serão avisados sobre suas tarefas.

Saiba como participar aqui.